Viver é sonhar. Porque viver sem sonhar, é fazer da vida um tremendo pesadelo.
Uma mera mensagem para uma boa semana, logo, um texto mais amplo.
Abraços
domingo, 28 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Políticos que pagam multa
Foto: http://migre.me/kWVf
Só que dois pontos interessantes devem ser observados.
PRIMEIRO: O dinheiro utilizado pela ex prefeita era para a veiculação de uma propaganda da greve geral promovida pela CUT. “Foi um julgamento ideológico, exatamente por se tratar de um governo que tinha uma posição política, que tinha lado, não era neutro. Se eu tivesse tomado uma posição contrária aos trabalhadores não teria sido condenada e estaria tudo bem”, acusou Erundina a Terra Magazine, argumentando que o aviso era essencial a população.
SEGUNDO: A candidata penhorou os bens e conseguiu a quantia em pouco tempo, graças a jantares de apoio, em que muitos políticos compareceram, e ajudaram com a quantia de R$ 100 para cada convidado, e inclusive, ajuda de pessoas comuns (pessoas entregavam envelopes com humildes quantias para ajudar a ex prefeita, olha que solidariedade!). Pessoas que sabiam da situação difícil da ex prefeita, ajudaram com o que podiam.
A impunidade, o roubo, o "rouba, mas faz", "se ele não for o grande prefeito nunca mais...", da rivalidade à aliança, do ódio ao amor, do dinheiro na cueca, na meia, no chapéu, das mais profundas declarações de que não fiz e não sabe de nada, e do sentimento de que nunca acontece nada. Essa é a notória política brasileira.
Contudo, existem exceções.
A ex prefeita de São Paulo, Luiza Erundina, foi condenada à uma multa de R$ 350.000,00, por ter utilizado verba pública sem o consentimento do legislativo municipal.
Mas em um Brasil de tantas injustiças alguns fatos curiosos envolvem a pena da candidata. Ela foi punida graças a uma ação popular movida pelo cidadão Ângelo Gamez Nunes, quando a deputada era prefeita da cidade de São Paulo.
Contudo, existem exceções.
A ex prefeita de São Paulo, Luiza Erundina, foi condenada à uma multa de R$ 350.000,00, por ter utilizado verba pública sem o consentimento do legislativo municipal.
Mas em um Brasil de tantas injustiças alguns fatos curiosos envolvem a pena da candidata. Ela foi punida graças a uma ação popular movida pelo cidadão Ângelo Gamez Nunes, quando a deputada era prefeita da cidade de São Paulo.
Vinte anos se passaram e a condenação veio. Vale ou não vale a pena usar o poder judiciário, correr atrás dos nossos direitos, e lutar para que os responsáveis paguem pelo que fizeram de forma irregular.
Só que dois pontos interessantes devem ser observados.
PRIMEIRO: O dinheiro utilizado pela ex prefeita era para a veiculação de uma propaganda da greve geral promovida pela CUT. “Foi um julgamento ideológico, exatamente por se tratar de um governo que tinha uma posição política, que tinha lado, não era neutro. Se eu tivesse tomado uma posição contrária aos trabalhadores não teria sido condenada e estaria tudo bem”, acusou Erundina a Terra Magazine, argumentando que o aviso era essencial a população.
SEGUNDO: A candidata penhorou os bens e conseguiu a quantia em pouco tempo, graças a jantares de apoio, em que muitos políticos compareceram, e ajudaram com a quantia de R$ 100 para cada convidado, e inclusive, ajuda de pessoas comuns (pessoas entregavam envelopes com humildes quantias para ajudar a ex prefeita, olha que solidariedade!). Pessoas que sabiam da situação difícil da ex prefeita, ajudaram com o que podiam.
- Paulo Maluf e Celso Pitta fraudaram objetivamente e manifestamente os interesses da cidade e do Estado quando foram os administradores, e estão aí. Não me consta que eles tenham sido condenados, nem me consta que tenham sido obrigados a pagar alguma coisa e foram denúncias muito concretas, provadas - ataca.
Vale entender o lado da Luiza. Ela foi condenada por uma ação em que ela tentava ajudar trabalhadores. Ficam as interrogações. Será que seria o mesmo se envolvesse ricos? Erundina não tem o cacife de contatos que tem Paulo Maluf?
Faz parte.
KASSAB QUASE KASSADO (RECORREU E CONSEGUIU SE MANTER)
ARRUDA AINDA PRESO
SERÁ QUE ESTÁ CHEGANDO O TEMPO EM QUE POLÍTICOS IRÃO SOFRER AS CONSEQUÊNCIAS POR SEUS ATOS?
DIRIA SILVIO SANTOS: EU SÓ ACREDITO...
VALE SONHAR!
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Parabéns Rosas de Ouro
O carnaval chega. Aquele feriado maravilhoso. Na tv, desfiles espetaculares. Mulheres com fantasias, e sem fantasias. Escolas com alegorias mágicas, enredos contagiantes, fruto de um árduo trabalho de um ano, para em pouco mais de uma hora, mostrar ao público que veio pra vencer.
Têm os que não ligam nada para o desfile. Até ligam a Tv neles, pois não conseguiram um ingresso. Mas a Tv ligada, está ali por estar. Atenção pra valer ninguém presta, mas mesmo assim, o momento mais emocionante se aproxima.
É A APURAÇÃO.
NOTA ... DEZ. (Essa paradinha do narrador é imortal).
Parece tudo bem ensaiado, e cada nota, sai emocionante. Tudo bem que o carnaval paulistano sempre inventa, e reiventa. Elimina a maior e a menor nota, pra quê somar? Pra quê deixar fácil se pode ser mais difícil. Ou então, três jurados, não cinco.
Têm os que não ligam nada para o desfile. Até ligam a Tv neles, pois não conseguiram um ingresso. Mas a Tv ligada, está ali por estar. Atenção pra valer ninguém presta, mas mesmo assim, o momento mais emocionante se aproxima.
É A APURAÇÃO.
NOTA ... DEZ. (Essa paradinha do narrador é imortal).
Parece tudo bem ensaiado, e cada nota, sai emocionante. Tudo bem que o carnaval paulistano sempre inventa, e reiventa. Elimina a maior e a menor nota, pra quê somar? Pra quê deixar fácil se pode ser mais difícil. Ou então, três jurados, não cinco.
Mesmo assim você acompanha. Nota a nota, o momento derradeiro se aproxima.
TORCIDA.
Nos ginásios, muita festa, agonia, tristeza, aflição. A torcida pela sua escola e a “cecada” nas adversárias segue um ritmo alucinante. Um grande conflito de alegrias e tristeza. Afinal, milhares trabalharam em um projeto, e a coroação é tudo, vale muito. “Participei da Escola campeã do carnaval neste ano”.
Só que mesmo quem não tem ligação, está ali, vendo a apuração. No início ele pensa, poxa, tenho que torcer para alguma escola. Às vezes, você só assiste para dar azar a uma outra, aquela que é parceira de um time. E logo teve uma adversária, também ligada a torcida de outro. E você, decide torcer para um tal de Rosas de Ouro.
E a Rosas sempre perde. COMEÇA super bem, mas não tem fôlego. É isso que você sempre percebe. Vence uma Império, depois uma Gaviões, X-9, Vai vai, Mocidade, mas a vez da Rosas parece que nunca chega.
Você começa a ficar meio fanático, percebe que se não fosse o regulamento a Escola ganharia. Pra quê eliminar a maior e a menor. Somem todas as notas e deixem a Rosas vencer!
ROSAS DE OURO CAMPEÃ DO CARNAVAL 2010
A Rosas de Ouro foi a campeã do carnaval paulistano. Com o enredo “CACAU: Um grão precioso que virou chocolate sem dúvida, se transformou no melhor presente!”, a equipe obteve 270 pontos, ultrapassando apenas no último quesito a Escola Mocidade. Foi o nono título da agremiação que não vencia desde 1994.
Notas tristes: É preconceito?
Segundo o presidente da Gaviões da Fiel a derrota foi por causa do “preconceito”. Não importando o time a quem torcem, mas cá entre nós, é complicado acusar pessoas de preconceito dando o exemplo que a diretoria da agremiação deu ao acompanhar a apuração. Ao jogar cadeiras na direção do carnaval, os integrantes da escola incitaram a torcida a fazer o mesmo. A partir daí, objetos foram arremessados, atingindo inclusive um repórter da Rádio Capital. O exemplo dado pelos diretores foi seguido a risca por quem deixava a quadra da escola. Torcedores armados com pedaços de madeira ameaçaram os motorista que voltavam do feriado na Marginal Tietê.
TORCIDA.
Nos ginásios, muita festa, agonia, tristeza, aflição. A torcida pela sua escola e a “cecada” nas adversárias segue um ritmo alucinante. Um grande conflito de alegrias e tristeza. Afinal, milhares trabalharam em um projeto, e a coroação é tudo, vale muito. “Participei da Escola campeã do carnaval neste ano”.
Só que mesmo quem não tem ligação, está ali, vendo a apuração. No início ele pensa, poxa, tenho que torcer para alguma escola. Às vezes, você só assiste para dar azar a uma outra, aquela que é parceira de um time. E logo teve uma adversária, também ligada a torcida de outro. E você, decide torcer para um tal de Rosas de Ouro.
E a Rosas sempre perde. COMEÇA super bem, mas não tem fôlego. É isso que você sempre percebe. Vence uma Império, depois uma Gaviões, X-9, Vai vai, Mocidade, mas a vez da Rosas parece que nunca chega.
Você começa a ficar meio fanático, percebe que se não fosse o regulamento a Escola ganharia. Pra quê eliminar a maior e a menor. Somem todas as notas e deixem a Rosas vencer!
ROSAS DE OURO CAMPEÃ DO CARNAVAL 2010
A Rosas de Ouro foi a campeã do carnaval paulistano. Com o enredo “CACAU: Um grão precioso que virou chocolate sem dúvida, se transformou no melhor presente!”, a equipe obteve 270 pontos, ultrapassando apenas no último quesito a Escola Mocidade. Foi o nono título da agremiação que não vencia desde 1994.
Notas tristes: É preconceito?
Segundo o presidente da Gaviões da Fiel a derrota foi por causa do “preconceito”. Não importando o time a quem torcem, mas cá entre nós, é complicado acusar pessoas de preconceito dando o exemplo que a diretoria da agremiação deu ao acompanhar a apuração. Ao jogar cadeiras na direção do carnaval, os integrantes da escola incitaram a torcida a fazer o mesmo. A partir daí, objetos foram arremessados, atingindo inclusive um repórter da Rádio Capital. O exemplo dado pelos diretores foi seguido a risca por quem deixava a quadra da escola. Torcedores armados com pedaços de madeira ameaçaram os motorista que voltavam do feriado na Marginal Tietê.
Não importa o time que torçam. As outras escolas que tinham ligação com certas torcidas já deram claros exemplos de que não estão querendo apenas participar de uma festa. Elas servem como fachada para o vandalismo. Tomara que o mal que já dominou os campos de futebol não entre com força, também no carnaval. Para isso, é preciso saber vencer,e principalmente perder.
Mas uma nota boa. Os presidentes de Mancha Verde (escola que não se envolveu em confronto) e da Gaviões da Fiel se cumprimentaram depois do resultado. Podia bem ser esse sempre, o espírito do carnaval. "A gente não tira ponto deles, se perder pontos, é por erros nossos", disse Michel Serdan, Mancha verde, depois de conversar com o Eduardo Fontes da Gaviões.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Ainda sobre o Jardim Romano
O prefeito Gilberto Kassab decretou hoje estado de calamidade na região
do Jardim Romano.
O decreto agiliza o processo de obras para sanar os problemas do bairro que desde dezembro segue alagado. "Os setores competentes devem adotar, de imediato, 'as providências atinentes à realização de obras, contratação de serviços e compras necessárias, em caráter emergencial, pelo período de 90 (noventa) dias'.
Segundo o último texto postado, o prefeito havia congelado uma quantia, de mais de 25 milhões, destinados à obras nas áreas de risco. Contudo, com esse decreto, uma medida importante para o bem dos moradores foi tomada. Foi um início. Agora só falta a natureza fazer a sua parte e que as chuvas parem um pouquinho.
Notícia completa no G1:
Até o ET
O primeiro imortal de 2010 se foi. Um personagem que fez sucesso, foi esquecido como muitos, mas, pegou todos de surpresa. O humorista que fez sucesso no Programa do Gugu acordando pessoas e esbanjando seu aspecto curioso, se foi aos 46 anos de idade com problemas respiratórios.
Segue a primeira aparição de ET.
http://www.youtube.com/watch?v=PEZlOxFbMfM
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Janeiro: Tragédias e quem sabe, um pouco de solidariedade
Chove chuva, chove sem parar
Ninguém quer mais saber de chuva.
São Paulo não ultrapassou o recorde de chuvas em janeiro da história por apenas 9mm. Já foi demais.
As mortes, os desastres, os desabamentos e o congestionamento diário fizeram da cidade um grande piscinão. O Jardim Romano segue a praticamente dois meses alagado.
Muitos moradores ainda não receberam o auxílio da prefeitura.
O prefeito Gilberto Kassab congelou R$ 25,6 milhões destinados a obras nas áreas de risco. Provavelmente a cidade não precisa.
As represas estão no limite.
Parece que foi ontem, existia um racionamento de água, porque as represas estavam no minimo de sua capacidade. Hoje, todas estão na capacidade máxima, logo, deveremos ter programa para gastar mais água.
Contudo, mesmo com os excessos de chuva, milhões ficaram sem água por danificações ocasionadas pelas tempestades.
“Tenho carro, propriedade, tudo pago. Debaixo d’água. Vou culpar prefeito, governador, presidente? Quando Deus quer as coisas, ninguém desmancha”. Antonio Siqueira, morador do Jardim Romano ao “Jornal Estado de São Paulo”.
Rio de Janeiro
Contudo, mesmo com os excessos de chuva, milhões ficaram sem água por danificações ocasionadas pelas tempestades.
“Tenho carro, propriedade, tudo pago. Debaixo d’água. Vou culpar prefeito, governador, presidente? Quando Deus quer as coisas, ninguém desmancha”. Antonio Siqueira, morador do Jardim Romano ao “Jornal Estado de São Paulo”.
Rio de Janeiro
Várias pessoas mortas em Angra.
Rio Grande do Sul
Uma ponte caiu.
Alguns ajudam, alguns fecham os olhos como sempre fazem. Outros piores já começam as campanhas eleitorais.
HAITI
Milhões morreram, mas o mundo começou a enxergar o Haiti.
Milhões morreram, mas o mundo começou a enxergar o Haiti.
PERU
Mais pessoas ilhadas
Tragédias trazem sempre aquela comoção natural e o espírito solidário.
Quem sabe também um pouco de conscientização não venham junto, e lixo vá pro lixo, e todo aquele papo que todos já ouvimos.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Por que contar o fim do filme?
Ver um filme é uma dos melhores entretenimentos, ou um dos mais comuns. Seja no cinema ou em casa, o suspense, descobrir passo a passo do desenrolar de uma história é contagiante.
Ainda mais em um feriado, um aniversário da cidade de São Paulo. Saudade do tempo em que as pessoas viajavam e ficava tudo vazio. O aumento populacional foi tanto, que parece que nunca mais teremos uma cidade um pouquinho vazia, mas tudo bem.
Não é o incomodo das filas de cinema, ou das chuvas que atrasam a todos, mas sim, tentar compreender o ser humano. Neste caso, aqueles indivíduos que parecem ter um grande prazer em impedir a descoberta dos fatos de um filme sozinhos.
-Você viu o filme dos Tranformers?
-Ainda não, quero ver essa semana.
-Sabe o Optimus Prime?
-Sei.
-Ele morre.
Como alguém pode ter a capacidade de acabar com o barato, com a alegria, com a emoção em descobrir. Qual a graça de acabar com o mistério, o suspense, ou seja lá o que o filme trazer. Até sei que alguns não se importam, mas para mim não é a mesma coisa.
Imagine você enfrentando uma fila imensa, e, perto de conseguir comprar o seu ingresso, alguém vem e fala que o Optimus morreu, foi essa sensação.
-Meu, não conta, não fala, não quero saber, não conta o fim.
-Para velho! Deixa eu te falar como ele morre.
-Ah!!! Eu não quero saber. Não quero, não quero, não quero.
Tipos assim não são raros. Alguns não querem nem comentar, mas sim, transmitir uma insatisfação. Quando eu fui ver o filme “Eu sou a lenda”, o mesmo cara me deu apenas um toque: “O Will e o cão morrem!”.
Teimoso fui assistir, e foi, um dos piores filmes que eu já vi. Contudo, eu nunca saberei se a culpa foi do filme, que era mesmo horrível, ou se era do Cesar. Pra se ter ideia, um dos momentos que causou maior comoção foi o sacrifício do personagem interpretado por Will Smith. Já para mim, quando eu vi o ator pegando uma granada, e aquela musiquinha de fundo super triste, comecei a rir e a pensar, “já era Will”, que droga.
-Então cara, o Optimus ...
-Chega Cesar! Para de ser chato velho!
Decidi deixá-lo para trás, mas ele era extremamente persistente, e ainda acabei ouvindo o fim do que o chato queria dizer.
-Nossa! VocÊ ficou bravo só porque eu te contei que o Optimus morreu. Imagina seu conto como ele voltou à vida!
Ainda mais em um feriado, um aniversário da cidade de São Paulo. Saudade do tempo em que as pessoas viajavam e ficava tudo vazio. O aumento populacional foi tanto, que parece que nunca mais teremos uma cidade um pouquinho vazia, mas tudo bem.
Não é o incomodo das filas de cinema, ou das chuvas que atrasam a todos, mas sim, tentar compreender o ser humano. Neste caso, aqueles indivíduos que parecem ter um grande prazer em impedir a descoberta dos fatos de um filme sozinhos.
-Você viu o filme dos Tranformers?
-Ainda não, quero ver essa semana.
-Sabe o Optimus Prime?
-Sei.
-Ele morre.
Como alguém pode ter a capacidade de acabar com o barato, com a alegria, com a emoção em descobrir. Qual a graça de acabar com o mistério, o suspense, ou seja lá o que o filme trazer. Até sei que alguns não se importam, mas para mim não é a mesma coisa.
Imagine você enfrentando uma fila imensa, e, perto de conseguir comprar o seu ingresso, alguém vem e fala que o Optimus morreu, foi essa sensação.
-Meu, não conta, não fala, não quero saber, não conta o fim.
-Para velho! Deixa eu te falar como ele morre.
-Ah!!! Eu não quero saber. Não quero, não quero, não quero.
Tipos assim não são raros. Alguns não querem nem comentar, mas sim, transmitir uma insatisfação. Quando eu fui ver o filme “Eu sou a lenda”, o mesmo cara me deu apenas um toque: “O Will e o cão morrem!”.
Teimoso fui assistir, e foi, um dos piores filmes que eu já vi. Contudo, eu nunca saberei se a culpa foi do filme, que era mesmo horrível, ou se era do Cesar. Pra se ter ideia, um dos momentos que causou maior comoção foi o sacrifício do personagem interpretado por Will Smith. Já para mim, quando eu vi o ator pegando uma granada, e aquela musiquinha de fundo super triste, comecei a rir e a pensar, “já era Will”, que droga.
-Então cara, o Optimus ...
-Chega Cesar! Para de ser chato velho!
Decidi deixá-lo para trás, mas ele era extremamente persistente, e ainda acabei ouvindo o fim do que o chato queria dizer.
-Nossa! VocÊ ficou bravo só porque eu te contei que o Optimus morreu. Imagina seu conto como ele voltou à vida!
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
O homem primata que existe em cada um
Homens.
Bêbados? Talvez.
Vibrantes? Com toda a certeza.
Este era o clima de dezenas deles, acompanhando de maneira contagiante o terrível espetáculo que se seguiria.
No centro deles havia o possível líder, ou seria alguém que apenas cumpria as ordens?
Sem camisa, com olhos vivos, eufóricos, irados, alucinados. Será ele, o responsável pela grande parte do show.
Do outro lado, um pequeno quadrado. Eles não têm para onde correr. Estão presos. Ou melhor, podem até tentar a escapatória, mas para quê? Eles são maiores e são mais fortes, uma tentativa os levará ao mesmo fim derradeiro. No meio do lixo, o cheiro de morte já os sufoca, não há o que fazer.
O líder, o chacal, o carrasco, o assassino, o matador, ou simplesmente alguém incumbido, um responsável, que não tem culpa de ter que matar, mas o faz com autenticidade. Ele pega um líquido e o joga na direção dos seres reprimidos, humilhados, que não tem culpa de simplesmente ser o que são. O mundo os fez assim, e hoje pagarão das piores formas por isso.
Ao ascender o fósforo, a vibração de todos aumenta. Poderia ser um estádio de futebol, uma torcida empolgante, ou os gritos de quem ama a psicopatia, assassinatos, sangue, um jornal sanguinário da tarde e outros.
Sem a menor piedade ele atira o fogo, e a cena se torna calamitosa. Os seres indefesos sentem o calor, a destruição, a devastação, o fim. As chamas casuam desespero, e um destes pobres abastados tenta fugir. Seu corpo está coberto pelas labaredas e a tentativa de fuga é inútel. Pois, logo a frente, há alguém. Tão mau quanto o chacal, ele o espera com um bastão. É acertado em cheio na cabeça, tudo fica escuro.
Um outro completamente carbonizado será o granfinale do espetáculo da morte. Ele é amarrado por baixo, e mergulhado em uma água suja, até que finalmente desista da vida em meio tamanha tortura.
É triste saber que ainda existem seres humanos desse porte, que vibram com a morte, semelhante ao holocausto promovido por Adolf Hitler. Se você sentiu abominação, saiba que isso acontece perto de você, na capital paulista.
Vibrantes? Com toda a certeza.
Este era o clima de dezenas deles, acompanhando de maneira contagiante o terrível espetáculo que se seguiria.
No centro deles havia o possível líder, ou seria alguém que apenas cumpria as ordens?
Sem camisa, com olhos vivos, eufóricos, irados, alucinados. Será ele, o responsável pela grande parte do show.
Do outro lado, um pequeno quadrado. Eles não têm para onde correr. Estão presos. Ou melhor, podem até tentar a escapatória, mas para quê? Eles são maiores e são mais fortes, uma tentativa os levará ao mesmo fim derradeiro. No meio do lixo, o cheiro de morte já os sufoca, não há o que fazer.
O líder, o chacal, o carrasco, o assassino, o matador, ou simplesmente alguém incumbido, um responsável, que não tem culpa de ter que matar, mas o faz com autenticidade. Ele pega um líquido e o joga na direção dos seres reprimidos, humilhados, que não tem culpa de simplesmente ser o que são. O mundo os fez assim, e hoje pagarão das piores formas por isso.
Ao ascender o fósforo, a vibração de todos aumenta. Poderia ser um estádio de futebol, uma torcida empolgante, ou os gritos de quem ama a psicopatia, assassinatos, sangue, um jornal sanguinário da tarde e outros.
Sem a menor piedade ele atira o fogo, e a cena se torna calamitosa. Os seres indefesos sentem o calor, a destruição, a devastação, o fim. As chamas casuam desespero, e um destes pobres abastados tenta fugir. Seu corpo está coberto pelas labaredas e a tentativa de fuga é inútel. Pois, logo a frente, há alguém. Tão mau quanto o chacal, ele o espera com um bastão. É acertado em cheio na cabeça, tudo fica escuro.
Um outro completamente carbonizado será o granfinale do espetáculo da morte. Ele é amarrado por baixo, e mergulhado em uma água suja, até que finalmente desista da vida em meio tamanha tortura.
É triste saber que ainda existem seres humanos desse porte, que vibram com a morte, semelhante ao holocausto promovido por Adolf Hitler. Se você sentiu abominação, saiba que isso acontece perto de você, na capital paulista.

Ou pensando bem, podemos tolerar um pouquinho. Afinal, matar ratos de esgoto não é um pecado tão grande. Só não precisava torturar os bichinhos.
SÃO PAULO CONTRA OS RATOS
Desde 2005, a Prefeitura de São Paulo iniciou a OPERAÇÃO RATO FORA, que busca nas áreas de fácil proliferação de roedores, impedir o aumento da espécie. Antes disso, centenas de casos de leptospirose, com dezenas de óbitos ocorreram na cidade. Contudo o índice de infestação predial ainda mostra que a cidade se encontra em estado grave, segundo o portal da Secretária da Saúde dda cidade.
http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/saude/vigilancia_em_saude/controle_de_zoonoses/animais_sinantropicos/index.php?p=4832
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Quem é o carrancudo?
Monotonia, tédio, raiva, stress. Mais um dia de trabalho desgastante sem desgastar, sem nada de novo, sem nada de velho. Você simplesmente não aguenta mais estar ali. Só sua presença dentro do espaço onde trabalha já é o suficiente para te dar a mais profunda tristeza. Cada injustiça ao seu lado parece a maior do mundo.
E assim se vai mais uma terça feira. Nossa! Mas ainda é terça.
E assim se vai mais uma terça feira. Nossa! Mas ainda é terça.
Você tenta dar uma risada, mas sempre vem um “fiquem quietos” da chefia, e você fica sem palavras, sem vontade, sem a única coisa que poderia te dar uma alegria por ali.
Depois de mais de nove horas dentro de um prédio, que, no início parecia bacana, parecia legal, era algo novo. As novidades vêm com tudo, e novos empregos sempre dão a impressão de uma nova jornada, uma nova vida, um outro ciclo, o qual será mais emocionante, mais vivo, menos monótono.
Passados alguns anos, você já odiou gente ali, você já desprezou, talvez até amou, desacreditou, se decepcionou e finalmente está desanimado e não suporta mais.
E a cada dia que você sai dali você pensa: Para quê?
Nessa mesma terça feira você vai ao ponto de ônibus, para mais uma batalha. Toda aquela multidão, sempre viva, quente, tensa. Todos em um ponto, com a mesma sensação do fim do dia na senzala. Senzala, porque o trabalho se torna o ambiente que reprime, que sufoca, agride, destrói, corrói, aniquila.
Afinal, passar a maior parte do nosso dia cumprindo ordens que não queremos cumprir, caminhos que não desejamos seguir, para ter poucos instantes de tranquilidade e lazer, que por muito, se resume a um fim de semana no sol quente de uma praia, ou a uma cerveja num fim de tarde.
Nessa mesma terça feira você vai ao ponto de ônibus, para mais uma batalha. Toda aquela multidão, sempre viva, quente, tensa. Todos em um ponto, com a mesma sensação do fim do dia na senzala. Senzala, porque o trabalho se torna o ambiente que reprime, que sufoca, agride, destrói, corrói, aniquila.
Afinal, passar a maior parte do nosso dia cumprindo ordens que não queremos cumprir, caminhos que não desejamos seguir, para ter poucos instantes de tranquilidade e lazer, que por muito, se resume a um fim de semana no sol quente de uma praia, ou a uma cerveja num fim de tarde.
Oito horas no trabalho, mais duas na ida, duas na volta (se o trânsito ajudar), uma do almoço, e ainda temos que dormir, o que nos resta? Algumas horinhas pra chegar em casa, ver TV, mexer no orkut. É o tal do capitalismo, quando ele nos domina.
Naquele mesmo ponto de ônibus que te levará a um ônibus ainda mais cheio, surge um senhor. Nas suas mãos, um imenso saco de latas e lixo. A barba por fazer, cabelos longos e a roupa maltrapilha denotam vários dias sem um banho. Seu olhar é frio e revoltado. Bravo, zangado, mas sem expressar em palavras, em gestos, em nada, somente no olhar.
Naquele mesmo ponto de ônibus que te levará a um ônibus ainda mais cheio, surge um senhor. Nas suas mãos, um imenso saco de latas e lixo. A barba por fazer, cabelos longos e a roupa maltrapilha denotam vários dias sem um banho. Seu olhar é frio e revoltado. Bravo, zangado, mas sem expressar em palavras, em gestos, em nada, somente no olhar.
Passa pelas pessoas do ponto e se dirige ao lixo mais próximo. Começa a remexê-lo. Enquanto alguns observam, ele encara. Não tem vergonha, mas parece que não gosta que olhem, ou mesmo, quer observar o que estão olhando, ou sentir as sensações que causa.
De um lado uma moça que parecia zangada por uma série de motivos como um dia de trabalho segue da mesma forma, mas seu olhar se foca nele.
De um lado uma moça que parecia zangada por uma série de motivos como um dia de trabalho segue da mesma forma, mas seu olhar se foca nele.
Outro se senta e com um olhar mais comovido observa atentamente.
Já uma adolescente passa cantando e gritando qualquer absurdo com sua comparsa, também jovem. Elas chegam perto do senhor e quase esbarram nele. Depois, murmuram algo, como um 'boa tarde', mas um 'boa tarde' bem grosseiro. O senhor ainda carrancudo atende e responde o cumprimento.
Depois volta para seus sacos de lixo. Encontra uma lata, olha para ela e guarda. Depois no outro saco, vê algo e come. Não lhe trouxe nenhuma melhora no rosto, a aparência mal humorada era a mesma, mas ele continuava a vasculhar enquanto comia um pedaço de fruta.
Depois volta para seus sacos de lixo. Encontra uma lata, olha para ela e guarda. Depois no outro saco, vê algo e come. Não lhe trouxe nenhuma melhora no rosto, a aparência mal humorada era a mesma, mas ele continuava a vasculhar enquanto comia um pedaço de fruta.
Logo veio outro catador, mas este, com um carrinho imenso. Parecia até funcionário do governo, todo de azul. Ele diz alguma coisa para o senhor, que não liga. Só pega o seu saco e parte para o próximo lixo.
Ele vai. A cara dele é a mesma do início, e não poderia ser outra. Quem sabe se trabalhasse no nosso lugar, o rosto dele fosse mais feliz, ao invés, de ser muitas vezes, o mesmo que o nosso: Carrancudo.
Ele vai. A cara dele é a mesma do início, e não poderia ser outra. Quem sabe se trabalhasse no nosso lugar, o rosto dele fosse mais feliz, ao invés, de ser muitas vezes, o mesmo que o nosso: Carrancudo.
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
O AUMENTO DA PASSAGEM: Artimanhas de qualquer político

“Ficaremos mais um ano sem aumentar a passagem, devido o uso correto dos recursos públicos”, disse Gilberto Kassab, no debate com a adversária Marta, a Suplicy.
Promessa feita, promessa cumprida. Olha que beleza. Passado um ano a passagem permaneceu a R$ 2,30, contudo, não necessariamente com relação a boa administração, fiscalização e tudo o que ele disse, mas sim ao tal do subsidio.
Prova disso é que em 2010 a passagem aumentou uma vez, só que valeu por dois aumentos, o que explica melhor não ter reajustado em 2009. UMA QUESTÃO ELEITORAL.
“Evidentemente nós gostaríamos de não fazer este reajuste. Existem contratos que têm que ser cumpridos, o mais importante é que o orçamento seja dosado, que continuem os investimentos em transporte público, principalmente no metrô, saúde, educação e habitação”, afirmou Gilberto Kassab, prefeito de São Paulo. Ou seja, aquele papo de fiscalização não era pra valer.
O aumento foi de 17,4%, o dobro do reajuste anual feito em outros municípios. MOTIVO: mesmo em ano eleitoral, os outros municípios não tiveram a possibilidade de gastar um subsidio (recurso público investido para manter as empresas contradas pelo serviço público). Assim, já em 2009, Osasco, Carapicuíba, Barueri e Jandira, tiveram a passagem aumentada para R$ 2,50, e durante um ano, municípios menores cobraram mais que a capital, IMPRESSIONANTE.
Mas tudo acabou, e dessa vez a capital paulista recebeu um duplo aumento, quem sabe, em 2013, não haja SUBSIDIO o bastante para não aumentar mais.
Foram três anos sem aumento
Desde 2006 a passagem em São Paulo não era reajustada.
Mesmo com o aumento
Mesmo com o aumento ainda será investido em compensação tarifária R$ 800 milhões. Segundo o secretário municipal dos Transportes, Alexandre de Moraes, informou ao portal G1, para não necessitar dessa compensação, a passagem teria que ser aumentada a R$ 2,90.
Para não aumentar
Em entrevista ao Jornal Página Zero, o prefeito de Osasco, Emidio de Souza, concorda que o aumento é alto, mas preciso. A alternativa para diminuir o valor cobrado no ônibus, é uma menor taxação do governo, através de uma proposta feita pela Frente Nacional dos Prefeitos. "A proposta de desoneração da Frente Nacional é o que pode garantir uma tarifa menor. Para isso, precisamos que o Governo Federal retire o IPI dos ônibus, para na hora de renovar a frota o custo diminua. Além do IPI, já retirado para os carros, é importante medida igual para o ICMS do combustível, desonerar folha de pagamento e transformar frota de diesel para gás", disse o prefeito.
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
Que 2010 seja
Mais feliz para quem busca felicidade.
Mais tranquilo para quem quer paz.
Mais apaixonante para quem busca amor.
Mais honesto para quem não tem caráter.
Mais justo para quem sempre tem caráter.
Mais novo para quem não aguenta mesmice.
Mais sossegado para aqueles que não aguentam mais tanto agito.
Menos congestionado, o que não vai acontecer.
Mais lançamentos, novos filmes, novos enredos, novos sonhos.
Menos violenta, menos triste, menos complicada.
Que 2010 simplesmente seja.
FELIZ 2010!
Mais tranquilo para quem quer paz.
Mais apaixonante para quem busca amor.
Mais honesto para quem não tem caráter.
Mais justo para quem sempre tem caráter.
Mais novo para quem não aguenta mesmice.
Mais sossegado para aqueles que não aguentam mais tanto agito.
Menos congestionado, o que não vai acontecer.
Mais lançamentos, novos filmes, novos enredos, novos sonhos.
Menos violenta, menos triste, menos complicada.
Que 2010 simplesmente seja.
FELIZ 2010!
domingo, 20 de dezembro de 2009
Os velhinhos
O futebol desacredita de inúmeros jogadores com mais de trinta anos.
Mas 2009, tão irreal que foi no certame mostrou sua diferença.
Os veteranos estão em altissima.
No início do ano desacreditado e acima do peso Ronaldo, calou a muitos, e contra as expectativas, foi o principal responsável por dois títulos do Corinthians.
O Flamengo tinha um jogador desacreditado. Petckovic voltou a jogar com um acordo em que perdoou toda a dívida que o rubro negro tinha com ele. Ficou na reserva durante boa parte do campeonato, até que, quando começou, desencantou, jogou o fino da bola e foi um dos grandes personagens, do penta ou hexa carioca.
Marcelinho Paraiba, embora não tenha levado o Coritiba a lugar nenhum e inclusive ter sido rebaixado com o grande alvi verde, foi um carrasco de grandes clubes. Aprontou tanto pra cima do São Paulo, que termina o ano contratado por ele.
Paulo Bayer, sempre ele, segue incansável. Embora também não leve ninguém a lugar nenhum, aprontou muitas da suas durante o ano.
Ramon, outro meia de qualidade, que a idade não impediu de aprontar muitas das suas. Na principal, acabou com o Palmeiras na Bahia, com cobranças de falta que enganaram até o mais experiente dos goleiros, Marcos.
Os largados
Val Baiano, Diego Tardeli e Roger. Com destaque durante todo o campeonato, foram artilheiros e marcaram mais do que jamais imaginaram marcar na vida, depois de desacreditados em muitos times grandes. Mas deram a volta por cima, quem sabe seja pra valer agora né.
Mas 2009, tão irreal que foi no certame mostrou sua diferença.
Os veteranos estão em altissima.
No início do ano desacreditado e acima do peso Ronaldo, calou a muitos, e contra as expectativas, foi o principal responsável por dois títulos do Corinthians.
O Flamengo tinha um jogador desacreditado. Petckovic voltou a jogar com um acordo em que perdoou toda a dívida que o rubro negro tinha com ele. Ficou na reserva durante boa parte do campeonato, até que, quando começou, desencantou, jogou o fino da bola e foi um dos grandes personagens, do penta ou hexa carioca.
Marcelinho Paraiba, embora não tenha levado o Coritiba a lugar nenhum e inclusive ter sido rebaixado com o grande alvi verde, foi um carrasco de grandes clubes. Aprontou tanto pra cima do São Paulo, que termina o ano contratado por ele.
Paulo Bayer, sempre ele, segue incansável. Embora também não leve ninguém a lugar nenhum, aprontou muitas da suas durante o ano.
Ramon, outro meia de qualidade, que a idade não impediu de aprontar muitas das suas. Na principal, acabou com o Palmeiras na Bahia, com cobranças de falta que enganaram até o mais experiente dos goleiros, Marcos.
Os largados
Val Baiano, Diego Tardeli e Roger. Com destaque durante todo o campeonato, foram artilheiros e marcaram mais do que jamais imaginaram marcar na vida, depois de desacreditados em muitos times grandes. Mas deram a volta por cima, quem sabe seja pra valer agora né.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
RETROSPECTIVA 2009
DEZEMBRO SEM MUDANÇA
O ano que começou esperançoso termina, pelo menos em relação a situação global, na mesma.
O problema é que na mesma significa piorar.
A reunião do ano aconteceria em Copenhague, Dinamarca, sob os olhares do mundo, dirigentes de países ricos, e os que sonham ser ricos, se reuniram com o intuito de discutir e propor soluções cabíveis ao fim do mundo.
FIM DO MUNDO. Infelizmente a ambição de alguns e a falta de olhar de outros, fez com que nenhum texto que propunha o não aumento da temperatura em 2 graus foi assinado.
Enfim, o Brasil até mostrou vontade. Lula prometeu até investir no fundo que financiará as reformas e fiscalização para a melhora do clima, contudo, apenas se um acordo razoável fosse assinado. Mas os líderes do mundo, dos países que mais sujam, mais consomem e são os maiores culpados, não fizeram muito.
Enfim o mundo termina 2009 com a única certeza de que os dirigentes, como Barrack Obama, continuarão com os mesmos erros de líderes passados.
A esperança que veio depois George Bush vai se apagando, pouco a pouco.
"Eles não podem estar na foto que o futuro verá como a dos líderes do mundo que fracassaram em salvar a Terra quando era possível fazê-lo."
Tomara que não seja
Agora só em 2010.
O ano que começou esperançoso termina, pelo menos em relação a situação global, na mesma.
O problema é que na mesma significa piorar.
A reunião do ano aconteceria em Copenhague, Dinamarca, sob os olhares do mundo, dirigentes de países ricos, e os que sonham ser ricos, se reuniram com o intuito de discutir e propor soluções cabíveis ao fim do mundo.
FIM DO MUNDO. Infelizmente a ambição de alguns e a falta de olhar de outros, fez com que nenhum texto que propunha o não aumento da temperatura em 2 graus foi assinado.
Enfim, o Brasil até mostrou vontade. Lula prometeu até investir no fundo que financiará as reformas e fiscalização para a melhora do clima, contudo, apenas se um acordo razoável fosse assinado. Mas os líderes do mundo, dos países que mais sujam, mais consomem e são os maiores culpados, não fizeram muito.
Enfim o mundo termina 2009 com a única certeza de que os dirigentes, como Barrack Obama, continuarão com os mesmos erros de líderes passados.
A esperança que veio depois George Bush vai se apagando, pouco a pouco.
"Eles não podem estar na foto que o futuro verá como a dos líderes do mundo que fracassaram em salvar a Terra quando era possível fazê-lo."
Tomara que não seja
Agora só em 2010.
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Retrospectiva 2009
O Blog do Talarico usará este mês de dezembro para começar este belo momento de reflexão.
Assim vamos pensar em cada um dos momentos que fizeram de 2009, um ano melhor e pior do que todos.
JANEIRO
Havia uma crise.
Não se sabia o tamanho dela.
Só se falava dela.
Mas, havia uma esperança
Ninguém sabia o que aconteceria com a chegada dele.
Só se falava dele.
Obama assumiu. O mundo respirou, sonhou. E começou de novo. Não se sabe para qual caminho iria seguir, mas pelo menos que se acreditava que um caminho exisitiria.
Um caminho que não tratava somente da crise, mas do mundo em si. Da fome, das guerras, dos preconceitos, de finalmente um mundo com um desenvolvimento mais sustentável.
JANEIRO foi o mês das novas esperanças.
Assim vamos pensar em cada um dos momentos que fizeram de 2009, um ano melhor e pior do que todos.
JANEIRO
Havia uma crise.
Não se sabia o tamanho dela.
Só se falava dela.
Mas, havia uma esperança
Ninguém sabia o que aconteceria com a chegada dele.
Só se falava dele.
Obama assumiu. O mundo respirou, sonhou. E começou de novo. Não se sabe para qual caminho iria seguir, mas pelo menos que se acreditava que um caminho exisitiria.
Um caminho que não tratava somente da crise, mas do mundo em si. Da fome, das guerras, dos preconceitos, de finalmente um mundo com um desenvolvimento mais sustentável.
JANEIRO foi o mês das novas esperanças.
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Outra brasileira mágica
Poliana Okimoto, campeã do mundo em maratonas aquáticas.
Sharjah. Acho que é assim. Como deveria ser:
Todos os brasileiros com esse nome na cabeça, afinal de contas, no dia 21, quarta feira foi disputada a final da maratona de natação. E daí?
Enquanto passava Real Madrid e Milan, Poliana Okimoto, BRASILEIRA, conquistava o mundial de maratonas aquáticas.
Mais uma brasileira conquistando o mundo em um esporte que poucos ouvem falar, que os apoios até não são tantos, mas que se torna um pouquinho conhecido quando uma batalhadora, luta, e se destaca de maneira mágica para vencer.
“Ser campeã do mundo não tem preço e me esforcei muito pra chegar até aqui. Muito treino, muito suor, mas faria tudo novamente”, disse a atleta a seu site, vale ver a entrevista http://www.polianaokimoto.com.br/noticias.php?ID=47045.
O presidente Lula recebeu a atleta no dia 19 e enfatizou o apoio das estatais para o apoio ao esporte. Pena que momentos gloriosos como esse são esquecidos com o tempo, atletas somem, e a mídia (nem todos), que não dá visão nem com resultado, está interessada apenas em dinheiro, mas é um negócio mesmo não é.
Sharjah. Acho que é assim. Como deveria ser:
Todos os brasileiros com esse nome na cabeça, afinal de contas, no dia 21, quarta feira foi disputada a final da maratona de natação. E daí?
Enquanto passava Real Madrid e Milan, Poliana Okimoto, BRASILEIRA, conquistava o mundial de maratonas aquáticas.
Mais uma brasileira conquistando o mundo em um esporte que poucos ouvem falar, que os apoios até não são tantos, mas que se torna um pouquinho conhecido quando uma batalhadora, luta, e se destaca de maneira mágica para vencer.
“Ser campeã do mundo não tem preço e me esforcei muito pra chegar até aqui. Muito treino, muito suor, mas faria tudo novamente”, disse a atleta a seu site, vale ver a entrevista http://www.polianaokimoto.com.br/noticias.php?ID=47045.
O presidente Lula recebeu a atleta no dia 19 e enfatizou o apoio das estatais para o apoio ao esporte. Pena que momentos gloriosos como esse são esquecidos com o tempo, atletas somem, e a mídia (nem todos), que não dá visão nem com resultado, está interessada apenas em dinheiro, mas é um negócio mesmo não é.
sábado, 31 de outubro de 2009
São Paulo é bom! É só fechar os olhos...
São Paulo.Juliana, 20 anos, trabalha e estuda de segunda a sexta feira. Atura crianças o dia inteiro e ainda assim consegue fôlego para enfrentar uma maratona de trabalhos universitários. Até que, finalmente, chega o tão sonhado fim de semana. O que fazer para relaxar?
Compras
COMPRAR! Ir ao shopping, ver aquelas roupas, aqueles sapatos, o clímax, o êxtase, o prazer maior de uma turbulenta semana. Horas e horas em frente a prateleiras e o salário que se vai rápido, ou melhor, a fatura que virá alta do cartão de crédito. E ainda tem a 25 de Março, que rua sensacional, quanta coisa boa para levar, para comprar, só que também, quanta gente, que aglomeração, quantos camelôs correndo da polícia.
“Ah, fecho os olhos”.
Parques
Bruno, também de 20 anos, adora a natureza e até no nome é assim: Bruno Leão. A vida não lhe deixa fugir da rotina de trabalhar todos os dias em uma livraria, ao lado de seu pai, Salim, e com seus irmãos Guilherme e Ana Maria.
Catalogar, carregar, ir ao banco, e depois, embora, é a rotina diária do rapaz.
Enfim, chega o fim de semana. Dia de ver a namorada, Priscila. Dia de juntar o pessoal e partir para o ônibus rumo ao Parque Vila Lobos. Um ônibus lotado mesmo aos sábados, tudo bem, é fim de semana. Para que relevar isso.
-Fecho os olhos.
Ao chegar, uma bola que não se sabe jogar, uma bicicleta alugada e, também, não se sabe usar. E o verde, árvores, trilhas, pessoas cercadas por uma imensidão de prédios de um lado, um shopping, no qual Marina está comprando uma melissa neste momento, e a marginal. Vista linda para o Rio Pinheiros.
-É lindo. É só tapar o nariz.
Cultura
Carla adora um passeio cultural. Quer sempre encontrar algo novo perdido dentro dessa gigante cidade. Gosta de cultura, adora museus e ama ver a vida de uma forma que acredite ser original.
Museu do Ipiranga, da Língua Portuguesa, de Arte Moderna, Sala São Paulo e vários outros, não faltam alternativas. O único problema é que perto de alguns lugares, como a Estação da Luz, ponto histórico de uma cidade, a pobreza reina, os mendigos, as drogas e a prostituição estão na cara.
-Feche os olhos.
-Feche os olhos.
Música
Tiago é bancário e não esconde seu gosto pelas músicas emotivas. Hoje é o novo gênero da cidade, o Emo invadiu vários lugares. E shows de bandas assim aumentam a cada dia, e são as mais tocadas. (Ainda era uma época antes do Restart).
Tiago é amigo de Augusto, fervoroso fã de sertanejo e seus derivados. E quantas duplas dessa não surgiram. Amigo dos dois é Felipe. Menino do capeta diriam alguns. É daqueles que liga o celular no último e toca as melhores do funk carioca “sem calcinha”.
Amigos que se veem pouco, vivem estilos diferentes dentro de um mesmo mundo. Quando se encontram o que mais fazem, é fechar os ouvidos. Um não consegue aturar o gosto do outro e tantos gostos que não cabem em uma só cidade. Que diga as bandas Deja vu e Calipso.
Futebol
Kleber é verde. Muito verde. Descendente de italianos, odeia os nordestinos que diz ser “invasores de São Paulo". Ele ama o Palmeiras.
Quanto o que ele pensa do Nordeste, talvez ainda seja possível uma transformação, já em relação ao time, ele é irremediável. Vai ao Palestra Itália com o fanatismo que poucos poderiam ter.
Em dia de clássicos está sempre animado. Mas fecha os olhos para não ver uma torcida verde, que gosta de brigar com uma torcida alvinegra, ou com uma tricolor, por um simples jogo de futebol. Entristece, mas a bola rola.
A polícia até tenta. Mas também fecha os olhos, e só usa a força.
São Paulo
Quem tem uma religião fecha os ouvidos às outras.
Quem vai a um bar, fecha os olhos aos ébrios que não sejam conhecidos.
Quem vive em um bairro rico, fecha os olhos as 1600 favelas vizinhas.
A polícia gostaria de não ouvir que o crime organizado da capital é o mais bancado do país.
Quem vê tudo, ouvi tudo, e fala de tudo, às vezes fica depressivo.
Em comum
Juliana, Bruno, Carla, Tiago. Todos com algo em comum. Moram em São Paulo, e nunca foram ao 41º andar do segundo maior edifício do país: o Terraço Itália. Neste restaurante com vista para toda a cidade, um prefeito, um governador, quem sabe até, alguns vereadores, deputados e, porque não, senadores e presidentes daqui e de outras partes do mundo.
Enfim, políticos. Sentados em uma mesa extremamente confortável recebem o menu. O garçom serve uma comida que grande parte da população jamais experimentará. E por cima de tudo, do alto, eles fecham os olhos, a boca, o nariz e ainda cruzam os braços.
Apenas comem.
É São Paulo, é o Brasil
domingo, 25 de outubro de 2009
O Expressar

Quando estamos tristes, revoltados, estressados, cansados, malucos, alucinados e terrivelmente abatidos pelo mundo, trabalho, família, saúde e vida, o que fazemos?
É talvez ai o grande marketing informal das bebidas alcoólicas. Alguns bebem. Mas outros vão além.
Escrever os sentimentos, transformar a vida em história, viajar no mundo das palavras para esquecer das inquietudes da vida, dos problemas mais complexos que nos atormentam.
No caso abaixo o desenho. Também é uma outra forma alternativa de demonstrar sentimentos.
Não sei se é o melhor, deixar as vezes a tristeza é o grande potencial inspirador dentro do homem, que cria belas coisas, dentro de sentimentos não tão belos.
Assim seguimos em busca de se manter lucidos, em um mundo tão maluco e alucinante.
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
O que você vê?
Finalmente uma medida séria! Ou não?
O corregedor do Senado, Romeu Tuma (PTB-SP), anunciou que investigará um assunto extremamente polêmico, e que definitivamente, abrirá as portas para a moralização da Casa ao povo brasileiro.
A possível quebra de decoro de Eduardo Suplicy, por vestir uma cueca para o Panico na TV.
Não se discute que Suplicy talvez não esteja mais tão lucido.
"Eu dou cartão VERMELHO para vossa excelência", cena marcante do ano.
Mas investigar quebra de decoro por usar uma cueca por cima da calça, para um programa humorístico. Poxa, é um pouco forçar a barra.
As declarações alarmantes de Romeu Tuma sobre o tema são ainda mais chocantes. "Isto fere a dignidade e o respeito de cada um de nós”, declarou. Bom como se moral e dignidade em política andassem vivos no Congresso brasileiro.
Enquanto isso...
Sarney desfruta da tranquilidade de não ter que se defender de nada. “Aquilo nao estava na competência da Corregedoria porque não tinha a materialidade dentro da Casa". Não é problema nosso.
Faz parte. Mas no futura eleição em São Paulo, em quem votar, no Senador da Cueca ou no Senador do mau humor, que se preocupa com questões pequenas.
Talvez em nenhum, ou em ninguém.
A possível quebra de decoro de Eduardo Suplicy, por vestir uma cueca para o Panico na TV.
Não se discute que Suplicy talvez não esteja mais tão lucido.
"Eu dou cartão VERMELHO para vossa excelência", cena marcante do ano.
Mas investigar quebra de decoro por usar uma cueca por cima da calça, para um programa humorístico. Poxa, é um pouco forçar a barra.
As declarações alarmantes de Romeu Tuma sobre o tema são ainda mais chocantes. "Isto fere a dignidade e o respeito de cada um de nós”, declarou. Bom como se moral e dignidade em política andassem vivos no Congresso brasileiro.
Enquanto isso...
Sarney desfruta da tranquilidade de não ter que se defender de nada. “Aquilo nao estava na competência da Corregedoria porque não tinha a materialidade dentro da Casa". Não é problema nosso.
Faz parte. Mas no futura eleição em São Paulo, em quem votar, no Senador da Cueca ou no Senador do mau humor, que se preocupa com questões pequenas.
Talvez em nenhum, ou em ninguém.
domingo, 11 de outubro de 2009
Lição de Vida, Aprender a Mentir
Desde cedo aprendemos que mentir é errado. E isso é verdade.
Contudo, alguém se lembra de como aprendeu a mentir? Quando disse a primeira mentira? Alguém se lembra da primeira mentira que ouviu?
Muitas vezes, ou melhor, na maioria da vezes, a primeira mentira vem sempre dos mais velhos. (embora até acredite em mentirosos natos).
Contudo, alguém se lembra de como aprendeu a mentir? Quando disse a primeira mentira? Alguém se lembra da primeira mentira que ouviu?
Muitas vezes, ou melhor, na maioria da vezes, a primeira mentira vem sempre dos mais velhos. (embora até acredite em mentirosos natos).
Mas é incrível, os mais velhos, aqueles que explicam tanto as implicações da mentira, são sempre quem dão o primeiro exemplo.
Primeira lição: Um garoto estava gritando. Como gritava. Ao seu lado, uma pessoa que podia ser sua irmã ou prima, pois não possuia a menor autoridade sobre o menino que devia ter uns seis anos.
A sua frente estava uma senhora que devia ser sua avó. E ele gritava.
Em um momento de pura inteligência a avó arrumou uma forma de calá-lo.
-Fulano fica quieto. Quieto. Não vai ficar, vou ligar para seu pai!
O garoto continuava a berrar no ponto de ônibus, que estava lotado. Era infernal, junto com o calor sufocante. Se sentindo constrangida, a avó pegou o celular e começou a fingir discar.
-Ciclano, oi Ciclano, eu estou aqui com Fulano e ele está fazendo escandalo aqui no ponto. É ele está aqui. Ah ta, você vai passar por aqui, certo, tudo bem então. Ele está vindo e vai falar com você!
Para alguns brilhante. Realmente o garoto ficou um pouco mais quieto, mas não caiu na lorota e segundos depois, aaaaaaaaaaaaaaah. Menino chato.
Mas, afinal, mentir às vezes é necessário?
Papai Noel, Coelhinho da Pascoa e outros acham que sim.
Tomara que não.
A sua frente estava uma senhora que devia ser sua avó. E ele gritava.
Em um momento de pura inteligência a avó arrumou uma forma de calá-lo.
-Fulano fica quieto. Quieto. Não vai ficar, vou ligar para seu pai!
O garoto continuava a berrar no ponto de ônibus, que estava lotado. Era infernal, junto com o calor sufocante. Se sentindo constrangida, a avó pegou o celular e começou a fingir discar.
-Ciclano, oi Ciclano, eu estou aqui com Fulano e ele está fazendo escandalo aqui no ponto. É ele está aqui. Ah ta, você vai passar por aqui, certo, tudo bem então. Ele está vindo e vai falar com você!
Para alguns brilhante. Realmente o garoto ficou um pouco mais quieto, mas não caiu na lorota e segundos depois, aaaaaaaaaaaaaaah. Menino chato.
Mas, afinal, mentir às vezes é necessário?
Papai Noel, Coelhinho da Pascoa e outros acham que sim.
Tomara que não.
domingo, 4 de outubro de 2009
Olimpiadas Rio 2016 - lado bom
Quando teremos uma outra Copa do Mundo no Brasil depois de 2014.
Ou uma outra Olimpiada depois de 2016.
Se tivermos, provavelmente nenhum de nós estará vivo para ver de novo.
Mas o momento é nosso. O Brasil cresce, ganha visão internacional e um povo tão maravilhoso merece um evento de tamanha grandeza.
Com forte fiscalização, que não sabemos se haverá, e com fortes projetos esportivos, há potencial para fazer do Brasil uma potencia olimpica.
Longe disso acontecer em 2016. Mas um evento como este pode ser a grande guinada para os esportes no Brasil, assim como o país já evolui economicamente.
Na China, em 1984, o projeto olimpico começava e 25 anos depois, além de sediar com meritos uma das melhores olimpiadas, o país foi vencedor.
O Brasil não será vencedor, mas porque não, se tornar um forte país em breve.
Ser sede será uma experiência única.
Ou uma outra Olimpiada depois de 2016.
Se tivermos, provavelmente nenhum de nós estará vivo para ver de novo.
Mas o momento é nosso. O Brasil cresce, ganha visão internacional e um povo tão maravilhoso merece um evento de tamanha grandeza.
Com forte fiscalização, que não sabemos se haverá, e com fortes projetos esportivos, há potencial para fazer do Brasil uma potencia olimpica.
Longe disso acontecer em 2016. Mas um evento como este pode ser a grande guinada para os esportes no Brasil, assim como o país já evolui economicamente.
Na China, em 1984, o projeto olimpico começava e 25 anos depois, além de sediar com meritos uma das melhores olimpiadas, o país foi vencedor.
O Brasil não será vencedor, mas porque não, se tornar um forte país em breve.
Ser sede será uma experiência única.
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